10 dicas de como evitar o efeito sanfona

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Agora você sobe na balança sem sofrimento, usa roupas ousadas e justas para mostrar suas novas formas, recebe elogios sem parar… Ai, que delícia! A primeira parte da missão já está cumprida. A segunda começa neste instante: manter esse visual. Não tem outro jeito a não ser ficar sempre de olho no cardápio, mesmo estando mais magra. Senão, efeito sanfona à vista. Não, não é exagero. Os dados sobre obesidade desanimam e alertam sobre a importância da fase pós-dieta: 95% dos adeptos de regime acabam recuperando todos os quilos perdidos. O motivo? Na maioria dos casos, as pessoas incorrem no erro de acreditar que podem voltar a comer como antes, sem restrições.

Para você não virar a próxima vítima do temível efeito sanfona, seguem abaixo 10 dicas excelentes para não recuperar mais os quilos perdidos.

Acredite: manter o peso requer cuidados especiais

Não se deixe levar por pensamentos do tipo “agora vale comer de tudo, sem restrição; já fiz muito sacrifício, basta!” Fique certa de que aquelas que voltam aos hábitos alimentares desregrados estão fadadas ao fracasso. A alimentação, mesmo das magras, exige monitoração e jamais permite cardápio com liberdade total.

Monte o seu prato e desista de repetir a dose

Mantenha o hábito de se servir uma única vez, sem repetir. Pode até optar por uma porção mais farta (o que não justifica uma quantia exagerada), mas esqueça o segundo round.

Identifique e afaste as duplinhas explosivas

 

Tente não combinar álcool com doce. Fique com um ou outro. Se escolher um prato principal mais calórico, abra mão do álcool e do doce. Se preferir petiscar o couvert, reduza o prato salgado e termine por aí. Se quiser adoçar a boca, então pule a entrada, o drinque e evite pegar um prato salgado pesado… Quando chegar ao restaurante, avalie com calma o que está com mais vontade e faça a sua escolha. Respire fundo e nem pense em dar sinal verde para todo o alimento que aparecer na sua frente. Lembre-se: quem escolhe a comida é você e não o contrário.

Libere um regalo de cada vez, mas controle a quantidade

Doces e frituras até podem entrar no cardápio, desde que esporadicamente. O ideal é tentar limitar o consumo de doces a três vezes por semana e frituras e pratos mais pesados (como feijoada, pizza, massa com molho de queijo) a uma vez. E sempre porções médias.

Mexa-se sempre e nem pense em virar a rainha da preguiça

Esqueça aquele papo de que “agora posso relaxar e deixar a academia pra lá”. Aquelas que permanecem magras na maioria das vezes são justamente as que incorporaram atividade física à rotina. Quem gasta muita energia fica, inclusive, com o cardápio mais livre para abusar um pouco em uma ocasião especial. Isso não quer dizer que se você não malhar vai voltar a engordar, mas os riscos são maiores.

Seja fiel aos alimentos com baixo índice de gordura

Continue com produtos desnatados ou semidesnatados e com as versões light. Assim, você poupa o organismo de calorias e de gordura extra, principal vilã da obesidade.

Desarme aquele pensamento: “Já que…

…Abri a caixa de bombom, então vou comer até acabar, mas amanhã fecho a boca. Já que vim à festa, vou relaxar e comer feito rainha e amanhã malho em dobro e só tomo líquidos…” Esse tipo de atitude enlouquece o metabolismo. Se um dia você come demais e no outro superpouco e assim por diante, o corpo tem uma tendência a gastar menos energia (e guardar mais gordurinhas) para se prevenir no caso de você de novo obrigá-lo a passar um período à míngua… O organismo precisa de regularidade para funcionar bem.

Evite transformar comida em fonte de felicidade

Antes de cair na cilada “agora que estou linda, mereço comer!”, lembre-se de que esse comportamento é o mesmo que ativar uma bomba contra o seu corpo. Ninguém discorda de que agora dá para liberar um pouco mais o cardápio, mas nem pensar em comer à vontade só porque ficou magra. Assim, seus dias de musa estão contados. Outro toque: se perceber que está recorrendo muito à comida (e a quantias exageradas) para se sentir feliz, se só encontra prazer na hora em que coloca uma guloseima na boca, pare e avalie como andam as suas emoções. Todo mundo passa por fases difíceis e fica tentada a correr para a geladeira. Mas antes de fazer isso, olhe-se no espelho e veja o resultado que já conseguiu. Essas curvas não vieram de graça. Vale a pena pôr tudo a perder? Por isso, para realmente presentear-se, que tal comprar um batom ou uma roupa sensual?

Não estoque guloseimas tentadoras em casa

Nem pense em rechear a despensa e a geladeira com potes de sorvete, docinhos, pacotes de biscoitos e de salgadinhos… É o mesmo que deixar a raposa tomando conta do galinheiro! Quando bater a vontade de tomar um sorvete, saia e compre apenas um picolé. Nada de pote de 2 litros. Se o objeto do desejo for biscoito, só compre e abra o pacote se puder dividi-lo com pelo menos duas pessoas. Ah, bolo de chocolate? Então vá até a doceria e compre uma fatia média, mas evite fazer o bolo em casa.

Lembre-se: não é na geladeira que você resolve as mágoas

Ansiedade e tristeza sempre levaram muitas garotas direto até a porta da geladeira. Não se culpe. Isso é normal. Para acabar com o boicote, tenha em mente que a comida não vai resolver sua vida. Pode até dar um prazer, mas ele acaba logo. E aí o problema vai continuar lá, olhando para você. Quando estiver à beira de um ataque de nervos, você tem algumas saídas. Pegue um bombom e acalme-se ou belisque alimentos menos prejudiciais à sua dieta (frutas secas, azeitonas, queijo-de-minas). Distraia-se: ligue para uma amiga, vá ao shopping, assista um filme. Ou procure o seu namorado (ou chefe…), tenha uma conversa franca com ele e tente resolver a situação que realmente está afligindo você.

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