Diabetes mellitus

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O Diabetes mellitus é, atualmente, uma das doenças que mais cresce no mundo. A estimativa é de que, pelo menos 250 milhões de pessoas sejam portadoras.

E no Brasil, os números não ficam abaixo da média mundial. Só aqui, pelo menos aproximadamente 14 milhões de pessoas sofrem com a doença.

O Diabetes mellitus em geral se desenvolve através de condições genéticas (hereditariedade), mas também pode se desenvolver com a idade, principalmente quando a pessoa manteve uma alimentação ruim ao longo da vida e se manteve sedentária.

Mas, geralmente, ela se desenvolve quando já há um quadro na família com o histórico da doença.

O Diabetes mellitus se caracteriza pela ineficiência da insulina (um hormônio) em carregar as moléculas de glicose para dentro da célula.

Em alguns casos, a pessoa deixa de produzir o hormônio. Em outros, ela produz, mas elas não são ativas.

Isso acaba gerando um aumento grande de glicose no sangue, o que resulta em vários sintomas graves. Um deles é a formação de inflamações ao longo do corpo.

Controlando o Diabetes mellitus

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O Diabetes mellitus pode se desenvolver de acordo com o padrão de vida de uma pessoa, como já dito.

Se ela não manteve uma boa alimentação e não fez exercícios, terá grandes chances de desenvolver a doença em longo prazo.

Inclusive, os bons hábitos de vida, como exercícios e boa alimentação podem até mesmo reverter quadros mais graves. Somente uma alimentação extremamente regrada pode reduzir em aproximadamente 80% os sintomas do Diabetes mellitus.

Outro modo de se adquirir a doença é através do ganho de peso, principalmente com a gordura acumulada no abdômen, a mais perigosa.

Essa gordura gera inflamações capazes de dar formação ao Diabetes. O ganho de peso é certamente um dos pontos iniciais para a formação da doença.

O Diabetes mellitus não prejudica somente uma única região do corpo. Ao impedir que a insulina metabolize a glicose, o corpo inteiro fica sujeito a vários tipos de alterações.

Se a pessoa não se tratar com urgência, mantiver uma dieta regrada e equilibrada e não fizer exercícios físicos, poderá gerar graves consequências, como um ataque cardíaco, um membro gangrenado, cegueira em longo prazo (no caso do Diabetes Tipo 2), edemas, etc.

Como a doença é diagnosticada?

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O Diabetes mellitus possui alguns sintomas semelhantes a outros tipos de doenças. Então, fica difícil definir sem um exame mais preciso se a pessoa é portadora de Diabetes mesmo.

Dos exames mais feitos para a detecção de Diabetes, o de hemoglobina glicada é o mais comum. Esse exame usa um período de três meses para avaliar se a quantidade de glicose no sangue permanece constante ou não.

Claro que exames de sangue normais podem ser feitos, mas o ideal é que isso seja feito durante a manhã, quando o paciente ainda estiver em jejum.

Outro modo confiável de se testar isso é fazer o paciente ingerir doses elevadas de glicose e ficar sob observação médica. Se após algumas horas o nível se mantiver o mesmo, é sinal de que a insulina está cumprindo o seu papel.

Quais são as diferenças entre o Diabetes Tipo 1 e o Tipo 2?

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Apesar de os dois tipos possuírem sintomas em comum, eles se desenvolvem de maneira bem diferente.

O Diabetes Tipo 1 se desenvolve ainda na infância. Esse tipo é mais perigoso e geralmente não produz insulina. Ou, quanto produz, produz em quantidades muito baixas e não funcionais.

Nesse caso, o paciente precisa obrigatoriamente tomar doses mais elevadas de insulina por dia.

Como o portador não produz insulina, toda a glicose proveniente de carboidratos acaba se acumulando no sangue, causando quadros de hiperglicemia.

Já o Tipo 2 é o mais comum. Mais de 90% dos portadores possui esse tipo de Diabetes mellitus.

Esse é o tipo formado pela má alimentação e sedentarismo, embora a genética ainda possa influenciar um pouco no desenvolvimento.

Mas, mesmo em casos em que há histórico, os bons hábitos de vida poderiam facilmente evitar o desenvolvimento.

Nesse tipo, não há dependência de insulina. Mesmo havendo a produção do hormônio, o excesso de glicose, gorduras e carboidratos pode atrapalhar a produção renal de insulina. Assim, o paciente acaba precisando tomar doses da mesma maneira.

Há ainda a probabilidade grande de crianças que estejam acima do peso desenvolverem o Diabetes Tipo 2, podendo ser confundido com o Tipo 1. Nesse caso, o ideal é que o paciente faça exames mais específicos.

O que acontece no Tipo 2 é que mesmo havendo insulina sendo secretada, ela não consegue exercer a função. Ela está ali presente, mas não funciona. Então, de um modo ou de outro, a glicose acaba se acumulando no sangue.

Os sintomas do Tipo 1 e do Tipo 2 são bem semelhantes:

  • Má circulação sanguínea;
  • Fadiga muscular;
  • Falta de apetite;
  • Emagrecimento repentino;
  • Problemas de visão em longo prazo;
  • Sede constante;
  • Vontade de urinar muitas vezes – a urina acaba ficando com um cheiro adocicado, devido ao excesso de glicose que é excretada sem ser metabolizada;
  • Aumento de pressão;
  • Parada cardíaca;
  • Infecções na pele;
  • Inflamações cutâneas;
  • Hálito cetoso;

Em relação ao hálito, um dos sintomas mais notáveis em portadores de Diabetes é o hálito com cheiro de acetona.

Isso ocorre devido ao acúmulo excessivo de glicose no organismo, por conta da falha da insulina.

Quando isso acontece, o sangue é altamente acidificado e isso pode gerar consequências graves para o organismo.

Nessa etapa, a pessoa precisa se submeter a um tratamento médico urgente. Se ela não fizer isso com urgência, poderá sofrer graves problemas de saúde, já que esse ácido é praticamente um veneno para o sangue. O mais comum é que ela aconteça com o Tipo 1, embora possa acontecer também com o Tipo 2.

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